Show de Martin Garrix em Belo Horizonte entrega set histórico com hinos como Animals e Tremor, mistura com funk brasileiro e energia surreal do público que fez o chão tremer.
O Club 415, em Belo Horizonte, viveu uma daquelas noites que entram para a memória coletiva da cena eletrônica. O show de Martin Garrix na capital mineira foi mais do que uma apresentação: foi uma experiência física, sonora e emocional que fez o público sentir cada batida no corpo, e até no chão – literalmente.
Conhecido por seus sets grandiosos e carregados de hinos, o DJ e produtor holandês entregou exatamente o que os fãs esperavam, e ainda foi além.
Um setlist repleto de hinos que marcaram gerações
Desde os primeiros minutos, ficou claro que Martin Garrix não economizaria nos clássicos. O set passou praticamente por todos os grandes hinos de sua carreira, criando uma sensação constante de catarse coletiva.
Faixas como “Animals”, “Tremor”, “Virus”, entre outras bombas que definiram o EDM da última década, foram recebidas com gritos ensurdecedores e pulos sincronizados. Cada drop parecia maior que o anterior, e a resposta do público só aumentava.
Garrix mostrou domínio absoluto da pista, alternando momentos de explosão máxima com transições precisas, mantendo a energia sempre no alto, sem respiro. O que não é muito difícil, né? O jovem só tem música boa.
Energia surreal: quando o chão de BH começou a tremer
Não é exagero dizer que o público foi um dos protagonistas da noite. A energia da galera estava surreal, com milhares de pessoas pulando ao mesmo tempo, criando uma vibração tão intensa que o chão parecia prestes a desabar no setor Backstage.
A sensação era de que a música não vinha apenas das caixas de som, mas do próprio ambiente. O impacto físico das batidas, somado à entrega total do público, transformou o espaço em um verdadeiro terremoto eletrônico.
Funk brasileiro no set: conexão direta com o público
Em um dos momentos mais comentados da noite, Martin Garrix surpreendeu ao inserir um funk brasileiro em seu set, fazendo um mix com uma de suas próprias músicas. A música era “Posso Até Não Te Dar Flores”, do Japa NK, MC Jacaré e entre outros.
O público reconheceu o ritmo na hora, e a pista entrou em colapso. O momento simbolizou perfeitamente a conexão entre o artista e a cultura local, mostrando sensibilidade e leitura de pista, algo que separa grandes DJs de performances apenas técnicas.
Participação de Citadelle eleva ainda mais a noite
Outro ponto alto do evento foi a participação do Citadelle, que já havia se apresentado antes e retornou ao palco para dividir o momento com Garrix. A entrada foi recebida com entusiasmo, reforçando o clima de celebração e união da cena.
A interação entre os 3 artistas trouxe ainda mais dinâmica ao show, criando momentos únicos que fugiram do formato previsível de grandes turnês internacionais.
Um show que reforça o status de Martin Garrix no Brasil
O show em Belo Horizonte deixou claro por que Martin Garrix mantém uma relação tão forte com o público brasileiro. Ele entregou técnica, emoção, respeito à cultura local e, acima de tudo, uma experiência inesquecível.
Não foi apenas um set de hits, foi uma noite em que música, público e energia se fundiram em um só movimento. BH tremeu, vibrou e mostrou, mais uma vez, que o Brasil segue sendo um dos palcos mais intensos do mundo para a música eletrônica.
